Olá a todos! Quem aí já sentiu que o diploma universitário, por mais importante que seja, não é mais o único passaporte para o sucesso profissional? Eu mesma, observando o mercado de trabalho aqui em Portugal e conversando com muitos de vocês, percebo uma mudança gigante que está a redesenhar tudo.
Antigamente, uma formação sólida na faculdade era o topo, mas hoje, o jogo mudou completamente. As empresas estão à procura de algo mais, algo que vai além dos livros e das teorias – estamos a falar de habilidades e competências reais que fazem a diferença no dia a dia.
É como se, de repente, o foco saísse do “o que você estudou” para “o que você sabe fazer”. E isto não é só uma moda passageira, é uma transformação profunda impulsionada por inovações tecnológicas, globalização e novas exigências do consumidor.
O programa Portugal 2030, por exemplo, já estabelece a qualificação e formação como eixos centrais para uma transformação económica e social, buscando uma população ativa com as competências necessárias.
É uma revolução silenciosa, mas poderosa, que promete mudar tudo o que conhecemos sobre o emprego e a educação, desde a sala de aula até ao escritório.
Mas o que isto significa para nós, para a nossa carreira e para o futuro das empresas? E como podemos estar à frente nesta corrida por novas competências?
Abaixo vamos explorar isso em detalhes, com dicas e exemplos práticos para te ajudar a navegar nesta nova era!
Uau, pessoal! Que tema desafiador e ao mesmo tempo tão empolgante, não acham? Confesso que, ao mergulhar neste assunto, senti uma pontinha de nostalgia pelos meus tempos de faculdade, onde o diploma parecia ser o bilhete dourado para qualquer porta.
Mas, como já vos disse, os tempos são outros! As empresas, e eu vejo isso a acontecer diariamente nas minhas interações e na forma como o mercado de trabalho português evolui, estão a dar cada vez mais valor a um conjunto de “superpoderes” que vão além do que aprendemos nos livros.
Estamos a falar de algo mais palpável, mais dinâmico. É como se, de repente, a experiência real e a capacidade de nos adaptarmos e aprendermos continuamente tivessem subido ao topo da lista de desejos dos empregadores.
O mais interessante é que não sou só eu a sentir esta mudança. Portugal, com o seu programa ambicioso Portugal 2030, está a apostar forte na requalificação e na formação contínua, para que a nossa população ativa tenha as competências que o futuro exige.
É uma jogada inteligente, porque o que vejo por aí é que muitas vagas ficam por preencher, não por falta de gente, mas por falta de pessoas com as *competências certas*.
E isso, meus amigos, é uma oportunidade de ouro para quem estiver atento e disposto a investir em si mesmo!
A Reinvenção do Profissional: O Foco nas Competências Reais

Acredito, e tenho visto isso com os meus próprios olhos, que o mercado de trabalho em Portugal está a passar por uma verdadeira revolução silenciosa. Aquela ideia de que um diploma universitário era o passaporte definitivo para o sucesso já não se aplica de forma isolada.
Não me interpretem mal, a educação formal continua a ser super importante, claro que sim, e o conhecimento estruturado da universidade é fundamental para desenvolver o raciocínio crítico e a capacidade analítica.
Contudo, o que realmente faz a diferença hoje é a nossa capacidade de ir além, de ter as chamadas “competências reais” que as empresas desesperadamente procuram.
Eu mesma, quando converso com recrutadores e líderes de equipas, percebo que eles valorizam um misto de saber técnico com uma dose generosa de “saber fazer” e “saber ser”.
É como se o currículo vitae fosse apenas a ponta do iceberg, e a verdadeira profundidade estivesse nas habilidades que demonstramos no dia a dia. Pensei muito sobre isso e cheguei à conclusão de que este cenário não é uma ameaça ao ensino superior, mas sim um convite para que as universidades se reinventem e se tornem ainda mais relevantes, focando no desenvolvimento da capacidade de aprender, desaprender e reaprender.
É um desafio para todos nós, mas é um desafio que nos impulsiona a sermos melhores e mais adaptáveis.
O Diploma como Ponto de Partida, Não de Chegada
Sempre disse que o conhecimento é algo que ninguém nos pode tirar. E um diploma universitário oferece uma base sólida, uma estrutura de pensamento que nos permite ter flexibilidade para mudar de carreira ou especializarmo-nos em novas áreas, especialmente em setores em alta como tecnologia, saúde ou engenharia.
Mas, cá entre nós, será que o que aprendemos em quatro ou cinco anos de faculdade consegue acompanhar a velocidade das mudanças no mundo hoje? A verdade é que o tempo de resposta das universidades nem sempre consegue acompanhar o ritmo frenético do mercado.
Por isso, vejo que o diploma deve ser encarado como um excelente ponto de partida, o alicerce para a nossa jornada profissional, mas nunca o ponto final.
É a partir dele que devemos construir e adicionar camadas de novas competências.
A Procura por Habilidades Demonstráveis e Não Apenas Teoria
As empresas em Portugal, e os dados confirmam isso, estão a enfrentar dificuldades para preencher vagas, mesmo com o número de diplomados a aumentar. A escassez de talento deve-se, em grande parte, à falta de trabalhadores com as qualificações adequadas, e não só com diplomas na mão.
O que os empregadores querem ver são provas reais da nossa capacidade de resolver problemas, de nos adaptarmos a novos cenários e de trabalhar em equipa.
Há uma valorização crescente de testes práticos, dinâmicas e projetos para avaliar as habilidades, em vez de apenas olhar para o papel. Eu mesma, quando participo de processos seletivos ou oriento alguém, sugiro sempre que mostrem o que sabem fazer, os projetos em que estiveram envolvidos, as soluções que implementaram.
É a demonstração prática do conhecimento que hoje abre portas!
As Super Competências Que Ninguém Quer Perder de Vista
Olha, se há algo que aprendi nestes anos a observar o mercado é que não basta ser bom tecnicamente. As chamadas *soft skills* são, na minha opinião, os verdadeiros trunfos que nos distinguem no meio da multidão.
E não sou só eu a dizer isto! Estudos mostram que uma grande percentagem do sucesso profissional se deve a estas competências humanas, muito mais do que apenas aos conhecimentos técnicos.
No fundo, são as nossas características socioemocionais, a forma como nos relacionamos, comunicamos e demonstramos profissionalismo que fazem a diferença.
Pensemos bem, com a automação a tomar conta de muitas tarefas, o que nos torna insubstituíveis são exatamente essas habilidades que as máquinas não conseguem replicar.
Comunicação, Colaboração e Resolução de Problemas: O Trio de Ouro
A comunicação eficaz é a base de tudo, não é? Quantas vezes já vimos projetos atrasarem ou ideias serem mal interpretadas por falta de uma comunicação clara e assertiva?
Saber expressar os nossos pensamentos de forma compreensível, ouvir ativamente e até interpretar a linguagem corporal são essenciais, seja com colegas, chefes ou clientes.
E a isto junta-se a colaboração. As empresas hoje são como orquestras, onde cada instrumento (nós!) precisa de tocar em sintonia para a melodia ser perfeita.
Trabalhar em equipa, valorizar as ideias dos outros, ser flexível e estar disponível para ajudar são características que qualquer empregador procura. E, claro, a capacidade de resolver problemas!
Ter um pensamento crítico e analítico para desvendar os desafios do dia a dia é um superpoder que nos coloca à frente.
Resiliência e Adaptabilidade: Navegar nas Águas da Mudança
O mundo está em constante mutação, e o mercado de trabalho não é exceção. Vimos isso com a pandemia, e continuamos a ver com a rapidez das inovações tecnológicas.
Por isso, a resiliência e a adaptabilidade são mais do que competências, são uma filosofia de vida profissional. É a capacidade de nos ajustarmos rapidamente a novas realidades, de encararmos a mudança como uma oportunidade de crescimento e não como uma ameaça.
Eu mesma, já me vi a ter de aprender ferramentas e processos novos em tempo recorde, e a chave foi a vontade de me adaptar e a crença de que podia aprender.
Os empregadores em Portugal valorizam muito quem não tem medo de sair da zona de conforto e se mostra pronto para abraçar o desconhecido.
Formação Contínua e Requalificação: O Caminho para o Futuro
Já vos disse, parar de estudar não é uma opção no mundo de hoje! A aprendizagem contínua, o famoso *lifelong learning*, é a chave para nos mantermos relevantes e competitivos.
É como estar numa corrida onde a meta está sempre a mudar de lugar. E Portugal, felizmente, está a investir bastante nisto através de programas como o Portugal 2030, que tem como prioridade a qualificação e requalificação de adultos.
Existem muitas oportunidades para quem quer evoluir, seja para aprimorar o que já sabe (upskilling) ou para aprender algo completamente novo (reskilling).
Pensem bem, há programas que oferecem formações em áreas de alta procura, como as Tecnologias de Informação, com direito a bolsas e perspetivas de emprego reais!
Upskilling: Afinar as Nossas Habilidades Existentes
O *upskilling* é como dar um “boost” nas nossas competências atuais. Se já trabalham numa área, mas sentem que precisam de se atualizar com as novas ferramentas ou metodologias, esta é a vossa onda!
É uma forma de nos tornarmos ainda mais especialistas e de aumentarmos a nossa versatilidade. Por exemplo, se trabalham com marketing, fazer um curso intensivo de análise de dados ou SEO pode fazer toda a diferença.
Muitas empresas em Portugal já investem nestes programas para os seus colaboradores, pois percebem que é fundamental para se manterem inovadoras e competitivas.
Acreditem, nunca é demais aprender algo que nos torne ainda mais valiosos no nosso atual posto de trabalho.
Reskilling: Reinventar a Carreira e Abraçar o Novo
O *reskilling*, esse sim, é para os mais corajosos, para aqueles que sentem que a sua área já não oferece as mesmas oportunidades ou simplesmente querem uma mudança radical.
É o processo de aprender competências totalmente novas para transitar para outras funções ou setores, muitas vezes emergentes e com grande procura. Tenho visto casos incríveis de pessoas que eram de áreas mais tradicionais e se requalificaram em tecnologias de informação e hoje estão super realizadas.
Programas como o UPskill, em Portugal, são um exemplo perfeito disso, oferecendo formações em TIC com estágios em empresas e até garantia de salário. É uma oportunidade de ouro para quem busca uma nova direção e não tem medo de recomeçar!
O Papel dos Programas Nacionais de Qualificação
É animador ver como Portugal está a olhar para o futuro do trabalho. O Portugal 2030, por exemplo, não é apenas um plano no papel; ele tem programas e metas concretas para promover a formação profissional e o desenvolvimento de competências.
Isto significa que há apoio, há investimento, e há um reconhecimento de que precisamos de uma força de trabalho mais qualificada e adaptável. Eu, que sempre fui uma defensora da educação e do desenvolvimento pessoal, sinto que estamos num momento crucial para aproveitar estas oportunidades.
Não é só uma questão de preencher vagas, mas de construir um país mais resiliente e inovador.
Iniciativas Como o Programa UPskill e PRO_MOV
Falando em programas que realmente fazem a diferença, o UPskill é um excelente exemplo. Ele visa a requalificação de pessoas nas áreas das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), que, como sabemos, estão super em alta.
O mais legal é que os cursos duram cerca de nove meses (seis de formação e três de estágio em empresa), e os participantes recebem uma bolsa equivalente ao salário mínimo nacional durante a formação.
E o melhor? O objetivo final é a integração nos quadros da empresa! Já o PRO_MOV, outro programa nacional, foca na requalificação para profissões em elevada procura, com a intervenção direta das empresas na definição dos percursos formativos, garantindo que as competências adquiridas são realmente valorizadas no mercado.
É o Estado, as empresas e as associações a trabalhar juntos para nos dar as ferramentas que precisamos!
A Conexão Entre Educação e Necessidades do Mercado
O que mais me entusiasma nestes programas é a forma como estão desenhados para ligar diretamente a formação às necessidades reais do mercado de trabalho.
Não é formação por formação; é formação com um propósito claro: empregabilidade. O PESSOAS 2030, por exemplo, esteve na Futurália 2025 a mostrar a importância do ensino e formação profissional, destacando as competências práticas que os jovens adquirem em áreas como robótica, eletrónica, multimédia e culinária.
Essa é a prova de que estamos a caminhar para um modelo onde a educação é muito mais dinâmica e responsiva às exigências do mundo empresarial. É uma ótima notícia para quem está a começar ou a pensar em mudar de carreira.
Como Nos Destacarmos na Era das Competências

Bom, depois de tanta conversa sobre o que as empresas procuram e as oportunidades que existem, a grande questão é: como é que nós, enquanto profissionais, podemos realmente brilhar nesta nova era?
Acredito que a resposta passa por uma combinação de proatividade, autoconhecimento e uma boa dose de ousadia. Não basta esperar que as oportunidades batam à porta; temos de ir atrás delas, preparadas e com as ferramentas certas.
É uma questão de estratégia pessoal e de estar sempre um passo à frente.
Mapear as Nossas Competências e Identificar Lacunas
O primeiro passo, e este é um conselho que eu dou a todos os meus amigos e seguidores, é fazer um autoexame honesto. Quais são as nossas *hard skills* (as competências técnicas) e as nossas *soft skills* (as competências comportamentais)?
Onde somos fortes? E onde precisamos de melhorar? Podemos usar ferramentas online ou até mesmo pedir feedback a colegas e ex-chefes.
Depois, é crucial comparar o nosso perfil com o que o mercado está a pedir. Quais são as áreas em alta em Portugal? Quais as competências mais procuradas em setores como TI, engenharia, saúde ou logística?
Se encontrarmos lacunas, já sabemos onde devemos focar o nosso próximo investimento em formação.
Investir em Microcertificações e Cursos Rápidos
Esqueçam a ideia de que a única forma de aprender é fazer mais uma licenciatura ou mestrado. Hoje, o jogo mudou! As microcertificações e os cursos de curta duração são a nossa melhor aposta para atualizar competências de forma ágil e contínua.
Existem plataformas online, programas de formação contínua (como os oferecidos por algumas universidades ou pelo IEFP) que nos permitem adquirir conhecimentos muito específicos e relevantes em pouco tempo.
Eu mesma já fiz vários cursos online sobre marketing digital e SEO, e a cada um deles senti que estava a adicionar uma ferramenta valiosa à minha caixa de recursos.
É uma forma de nos mantermos sempre atualizados e de mostrarmos proatividade.
| Tipo de Competência | Exemplos de Habilidades | Setores em Destaque em Portugal |
|---|---|---|
| Hard Skills (Técnicas) | Tecnologias de Informação (programação, cibersegurança, análise de dados), Engenharia, Operações e Logística, Marketing Digital, Saúde, Finanças. | Tecnologias de Informação (TI), Serviços Financeiros, Engenharia, Saúde e Farmacêutica, Turismo, Indústria e Produção. |
| Soft Skills (Comportamentais) | Capacidade de Iniciativa, Resiliência e Adaptabilidade, Fiabilidade e Autodisciplina, Colaboração e Trabalho em Equipa, Resolução de Problemas, Comunicação Eficaz, Liderança, Pensamento Crítico. | Transversal a todos os setores, mas crucial em cargos de gestão, atendimento ao cliente e equipas de projeto. |
| Competências Digitais | Literacia Digital, Análise de Dados, SEO, Gestão de Redes Sociais, Cibersegurança, Inteligência Artificial. | TI, Marketing Digital, Business Intelligence, qualquer setor em processo de Transformação Digital. |
O Impacto das Novas Competências na Nossa Carreira e no Salário
É verdade que o diploma universitário ainda está associado a maiores taxas de empregabilidade e melhores salários, mas a realidade é que o mercado de trabalho já não absorve toda a mão de obra qualificada formada anualmente.
O que vejo é que as novas competências, as que estão alinhadas com as exigências atuais, são um verdadeiro trampolim para o crescimento profissional e, claro, para melhores salários!
É uma questão de valorização. Se eu trago para a mesa algo que é raro e muito procurado, o meu valor aumenta exponencialmente.
Salários Mais Atrativos em Áreas de Alta Demanda
Quando olhamos para as áreas onde há maior procura em Portugal, como Tecnologias de Informação, Engenharia e áreas digitais, vemos que os salários são bastante mais competitivos.
Profissionais como analistas de dados, engenheiros de software, especialistas em cibersegurança ou gestores de projeto podem esperar remunerações bem acima da média, precisamente porque as suas competências são escassas e muito valorizadas.
Isso demonstra claramente que investir nas competências certas não é apenas sobre “ter um emprego”, mas sobre “ter um bom emprego” e com perspetivas de crescimento real, tanto em Portugal como a nível internacional.
Aumentar a Empregabilidade e a Segurança Profissional
Para mim, um dos maiores benefícios de focar nas competências é a segurança que isso nos traz. Num mercado tão volátil, ser um profissional adaptável, com um leque variado de habilidades, é como ter um colete à prova de balas.
A empregabilidade aumenta, as portas abrem-se com mais facilidade e sentimos que estamos mais no controlo da nossa própria carreira. É uma sensação de empoderamento, de saber que, independentemente do que o futuro nos reserve, temos as ferramentas para nos reinventar.
A educação e a formação contínua, aliadas à experiência prática, são a melhor estratégia para um futuro profissional sólido e recompensador.
O Futuro é dos Aprendizes Contínuos
Se há uma mensagem que quero deixar hoje, é esta: o futuro do trabalho pertence aos aprendizes contínuos. Não importa a idade, a área de formação inicial ou onde estamos na nossa carreira.
O que importa é a nossa atitude perante o conhecimento, a nossa curiosidade e a nossa vontade de nos superarmos. Acredito que esta mudança é excitante, porque nos dá a oportunidade de moldar as nossas próprias carreiras de uma forma que talvez os nossos pais ou avós não tivessem.
É um convite para sermos proativos, para nos adaptarmos e para construirmos um percurso profissional que seja verdadeiramente nosso, com as nossas próprias cores e competências.
Vamos juntos nessa, explorando, aprendendo e crescendo!
Cultivar a Mentalidade de Crescimento
Manter uma mentalidade de crescimento é, para mim, o segredo de tudo. Significa encarar cada desafio como uma oportunidade de aprender, cada erro como uma lição valiosa e nunca achar que já sabemos tudo.
É como uma planta que precisa de ser regada e alimentada para continuar a florescer. Esta mentalidade, tão importante para o desenvolvimento pessoal, é ainda mais crucial no ambiente profissional de hoje.
Permite-nos abraçar novas tecnologias, como a inteligência artificial, em vez de as temer, e ver as transformações do mercado como convites para nos reinventarmos.
Rede de Contactos (Networking) e Partilha de Conhecimento
Por fim, mas não menos importante, a construção de uma rede de contactos sólida (o famoso *networking*) é fundamental. Trocar experiências, aprender com os outros, partilhar os nossos conhecimentos, isso tudo acelera o nosso crescimento.
Eu mesma, neste blog, sinto que estou a construir uma comunidade onde aprendemos uns com os outros. Participar em eventos, workshops, fazer parte de grupos profissionais, seja online ou presencialmente, abre portas e mentes.
Lembrem-se, o conhecimento cresce quando é partilhado, e as melhores oportunidades surgem muitas vezes através de quem conhecemos e da forma como nos conectamos.
글을마치며
Pois é, meus caros, chegamos ao fim de mais uma jornada de partilha e reflexão! Espero, do fundo do coração, que estas palavras vos tenham inspirado a olhar para o vosso percurso profissional com novos olhos, com aquela pitada de proatividade e otimismo que nos impulsiona.
Sinto que estamos numa era de oportunidades incríveis, onde o mais importante não é o ponto de partida, mas sim a vontade de continuar a evoluir e a abraçar o desconhecido.
Lembrem-se que cada passo que damos na direção do autodesenvolvimento é um investimento no nosso futuro, na nossa felicidade e na nossa capacidade de fazer a diferença.
A vida é uma aprendizagem constante, e o mercado de trabalho reflete essa dinâmica. Por isso, respirem fundo, tracem os vossos objetivos e voem alto! O mundo está à vossa espera, cheio de desafios e, acima de tudo, muitas possibilidades para quem não tem medo de aprender e de se reinventar.
Acreditem em vocês e no poder das vossas competências!
알아두면 쓸모 있는 정보
1. Aproveitem o IEFP: O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) em Portugal é um recurso de ouro. Visitem o site deles regularmente, pois oferecem uma vasta gama de cursos de formação, apoio ao empreendedorismo e programas de requalificação profissional, muitos dos quais são gratuitos ou subsidiados. É um excelente ponto de partida para a vossa próxima etapa profissional.
2. Invistam em Microcertificações Online: Plataformas como Coursera, Udemy ou edX, entre outras, são fantásticas para adquirir competências muito específicas e em áreas de alta demanda. As microcertificações são uma forma rápida e eficiente de atualizar o vosso currículo e demonstrar que estão sempre a aprender e a adaptar-se às novas exigências do mercado.
3. Participem em Eventos de Networking Locais: Mantenham-se atentos a feiras de emprego, workshops, seminários e encontros profissionais na vossa cidade ou região em Portugal. Estes eventos são cruciais para criar e expandir a vossa rede de contactos, conhecer potenciais empregadores e estar a par das últimas tendências. A troca de ideias e experiências é sempre enriquecedora!
4. Considerem os Programas Nacionais de Requalificação: Iniciativas impulsionadas pelo Portugal 2030, como o programa UPskill para as Tecnologias de Informação e o PRO_MOV, são desenhadas para vos dar as ferramentas e a experiência prática que o mercado de trabalho atual exige. Muitos destes programas oferecem apoio financeiro e perspetivas de emprego concretas no final da formação.
5. Desenvolvam as Vossas Soft Skills Através de Experiências Práticas: A comunicação eficaz, a colaboração e a resolução de problemas são habilidades que se aprimoram com a prática. Procurem oportunidades de voluntariado, envolvam-se em projetos pessoais, participem em associações ou assumam novas responsabilidades no vosso trabalho. A experiência real é o melhor professor para estas competências tão valorizadas.
중요 사항 정리
Em suma, a mensagem principal que vos queria deixar hoje é que o mercado de trabalho em Portugal e no mundo está em constante evolução, e a chave para o sucesso já não reside apenas num diploma. As empresas valorizam cada vez mais as competências reais – tanto as técnicas (hard skills) como as comportamentais (soft skills) – que os profissionais conseguem demonstrar na prática. O diploma é um excelente alicerce, sim, mas a construção da carreira exige uma dedicação contínua à aprendizagem e à adaptação constante.
É fundamental que cada um de nós abrace a mentalidade de aprendizagem contínua (lifelong learning), procurando ativamente oportunidades para fazer *upskilling* (aprimorar as competências existentes) ou *reskilling* (aprender novas competências para transitar de área). Programas nacionais, como os associados ao Portugal 2030 (com iniciativas como o UPskill e o PRO_MOV), são aliados poderosos nesta jornada, pois oferecem formações alinhadas com as necessidades mais urgentes do mercado e com elevadas taxas de empregabilidade, mostrando um caminho claro para quem busca um novo começo ou uma ascensão profissional.
Por fim, não subestimem o poder das vossas soft skills – comunicação eficaz, resiliência, adaptabilidade, colaboração e pensamento crítico. São estas qualidades humanas que vos farão brilhar e que vos tornarão insubstituíveis num mundo cada vez mais automatizado. Mantenham-se curiosos, proativos e conectados através de networking, pois o vosso futuro profissional está nas vossas mãos e na vossa capacidade de se reinventarem constantemente para agarrar as melhores oportunidades.
Perguntas Frequentes (FAQ) 📖
P: Quais são as competências mais valorizadas pelas empresas em Portugal atualmente e como posso identificá-las?
R: Sinceramente, depois de tantas conversas e observações do mercado aqui em Portugal, o que mais salta à vista é a procura por um misto de “soft skills” e “hard skills” digitais.
As empresas não querem só alguém que saiba a teoria; querem pessoas que consigam resolver problemas complexos, comunicar de forma eficaz – e atenção, que saiba mesmo ouvir e expressar-se – e que sejam super adaptáveis às mudanças, porque, sejamos francos, o mundo está a mudar a uma velocidade estonteante!
Além disso, competências digitais como análise de dados, cibersegurança, marketing digital, e até mesmo noções de inteligência artificial e automação, estão no topo da lista.
É como se estivéssemos a construir uma nova linguagem para o trabalho. Eu, por exemplo, comecei a seguir várias páginas de recrutamento e a ler relatórios de tendências do mercado de trabalho português, tipo os do Observatório do Emprego e Formação Profissional, e é impressionante como a mesma linguagem aparece repetidamente.
Para as identificares, o meu conselho é: pesquisa as vagas de emprego nas áreas que te interessam no LinkedIn ou noutros portais de emprego cá em Portugal.
Vê as descrições e sublinha as competências que mais se repetem. Fala com pessoas que já trabalham nessas áreas. E, claro, o Programa Portugal 2030 já sinaliza que a qualificação e requalificação são eixos centrais, o que nos dá uma boa pista sobre onde o país está a investir.
É um trabalho de detetive, mas que vale ouro!
P: Se já tenho um diploma ou estou no mercado há algum tempo, como posso desenvolver essas novas competências e manter-me relevante em Portugal?
R: Oh, esta é uma pergunta que recebo imenso! E a resposta, que eu mesma experimentei e vejo a funcionar, é: nunca pare de aprender, mas de uma forma estratégica.
Se já tens um diploma, isso é uma base fantástica, mas agora é hora de construir sobre ela com as competências que o mercado pede. Aqui em Portugal, temos várias opções excelentes.
Podes procurar cursos online (MOOCs) em plataformas globais que te dão certificados, muitos deles são acessíveis ou até gratuitos. Mas mais importante ainda, vê os cursos de formação profissional que o IEFP (Instituto do Emprego e Formação Profissional) disponibiliza.
Eles têm uma oferta enorme, muitas vezes gratuita, focada nas necessidades atuais do mercado, incluindo as competências digitais. Outra coisa que eu fiz e que fez toda a diferença foi procurar workshops e bootcamps intensivos, alguns deles promovidos por escolas portuguesas de tecnologia e inovação, que te dão uma imersão prática em áreas específicas.
E não subestimes o poder da autoaprendizagem: há imensos tutoriais, vídeos e comunidades online onde podes praticar e partilhar conhecimentos. Acredita em mim, o que importa não é só o papel no final, mas o que tu consegues realmente fazer e aplicar.
É uma questão de curiosidade e proatividade.
P: Como é que esta mudança para a valorização de competências, em vez de apenas diplomas, afeta a minha carreira a longo prazo aqui em Portugal?
R: Olhem, para ser muito sincera, eu vejo esta mudança como uma das maiores oportunidades da nossa geração aqui em Portugal! Antigamente, parecia que a nossa carreira era quase predeterminada pelo curso que tirávamos.
Agora, a história é outra. Significa que a tua carreira se torna muito mais dinâmica e controlada por ti. Se fores proativo/a na aquisição de novas competências, as portas abrem-se, mesmo que o teu diploma inicial não fosse “da moda”.
Vais ter mais segurança no emprego, porque a tua adaptabilidade e as tuas habilidades práticas tornam-te um recurso valioso e difícil de substituir. Eu já vi casos de pessoas que, com a formação certa, mudaram completamente de área, do turismo para a tecnologia, por exemplo, e estão super realizadas!
Abre também portas para o empreendedorismo, porque com um conjunto diversificado de competências, consegues identificar lacunas no mercado e criar o teu próprio negócio.
A longo prazo, a tua “marca pessoal” vai ser construída mais pelas tuas competências e pelo que és capaz de entregar, do que apenas pelo título académico.
É uma revolução que nos dá mais liberdade e responsabilidade sobre o nosso percurso profissional, e isso, meus amigos, é absolutamente libertador! Mantém-te curioso/a, mantém-te a aprender, e o futuro é teu!






